
Jovens recém formados no colégio, ou que ainda estão terminando o ensino médio, têm um só objetivo em mente: passar no vestibular. Para conseguir realizar suas metas, muitos contam com auxílio dos cursos pré vestibulares e se dedicam de corpo e alma aos estudos. Os motivos para ingressar em um cursinho são diversos. Para os mais jovens, reforçar o conhecimento adquirido no colégio; para os que saíram da escola há algum tempo, relembrar as matérias exigidas nos exames.
Ivan Steiner Truzzi, 19 anos, pretende prestar Direito na Universidade de São Paulo (USP), somente com conhecimento escolar achou que não conseguiria ir bem nas provas, então resolveu fazer cursinho no Anglo, instituição que prepara estudantes para ingressar nas universidades desde a década de 30. “O ambiente do cursinho é totalmente voltado para a prova do vestibular, diferentemente dos colégios comuns que, às vezes, não focam tanto nisso”, afirma Ivan.
Motivo semelhante levou o jovem de 17 anos, Júnior Machado, ao Etapa, cursinho que surgiu no começo do século XX. Júnior ainda não se formou no ensino médio, mas acredita que, agora, mais do que nunca, precisa adquirir todo conhecimento possível. “Ainda estou terminando o terceiro ano, mas acho que não estou preparado para prestar o vestibular, somente com o conteúdo que estou vendo e já vi no colégio. Não lembro muita coisa do primeiro ano, nem do começo do segundo, sem o cursinho acho que minhas chances seriam menores, por querer ingressar em uma faculdade pública”. O estudante pretende prestar Produção Áudio-visual na USP e Ciências Biológicas na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
Luísa Spinola, 20 anos, já tinha feito cursinho assim que saiu do colégio, mas desistiu. Depois de três anos ela voltou para o Objetivo, cursinho que surgiu em 1970 , desta vez determinada a passar em psicologia. “O cursinho nos oferece um nível de ensino que infelizmente não vemos nas escolas, sejam elas públicas ou particulares. Ele é fundamental para preencher a brecha que há no ensino brasileiro, e sem ele seria difícil termos a base necessária para aprovação em uma boa instituição de ensino superior.
Recapitular o conteúdo de três anos de ensino médio, onde aprendemos as disciplinas exigidas no vestibular, é uma tarefa extremamente difícil para quem tem um ano, ou somente seis meses, o caso de quem ingressa nos semi-intensivos dos cursos preparatórios. É nesta hora que os estudantes percebem a importância dos cursinhos, onde os professores são especializados em passar somente o que será necessário, de uma forma dinâmica e objetiva. “ No colégio os professores abrangem muitas vezes coisa relevantes, que serão importantes para passar de ano, não no vestibular. Os profissionais dos cursinho são mais objetivos, é isso que precisamos neste momento”, garante Júnior. Luísa pensa o mesmo. “A principal diferença dos cursinhos e da escola está na forma de ensinar. Os professores do cursinho possuem uma didática que consegue prender a atenção dos alunos e, muitas vezes, a pessoa sai do cursinho gostando de uma disciplina que na escola odiava”
Determinação e disciplina são os pontos fundamentais para os vestibulando, que precisam competir com milhares de estudantes. Para se ter uma ideia, segundo a comissão permanente para os vestibulares da Unicamp (Comvest) no ano passado, 49.462 pessoas concorram a uma das 2.954 vagas oferecidas pela universidade. De acordo com a Vunesp, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) registrou no mesmo ano, 76.452 inscritos para 6.394 vagas. Já a Fuvest, informou em relatório oficial que a Universidade Paulista (USP) obteve 128.144 inscrições para 10.812.
Pensando nesta concorrência, quem quer ingressar em uma das faculdades públicas do Brasil, precisa de muita força de vontade. “Minha rotina é muito corrida. Quando eu não estou estudando aqui, no Anglo, busco ler minhas apostilas em casa, para não ficar atrás dos demais concorrentes. Nos finais de semana, eu procuro relaxar e fazer atividades de que eu gosto, mas nem sempre é possível”, revela Ivan.
Júnior, está em um pique ainda maior, ele nos conta que, para passar na faculdade, deixa de fazer muitas coisas, as principais são dormir e ter vida social. “Vou para escola de manhã, chego e estudo as matérias do cursinho durante toda tarde e, à noite, venho para cá, isso quando não chego cedo e passo a tarde por aqui mesmo”. Ele ainda acrescenta que para ver seu nome na lista de aprovados, pretende estudar, até não ter mais forças.
Ivan também pretende se dedicar o máximo possível. “O que eu considero mais importante é a dedicação que o estudante deve ter para seguir sempre concentrado nos seus objetivos. É claro que todos gostam de sair com os amigos para se divertir, por exemplo, mas, em certos momentos, devemos abrir mão de algumas coisas para, talvez, colhermos bons frutos no futuro”.
Para Luísa, o estudo tem estar acompanhado de uma certa moderação, pois o esgotamento mental pode atrapalhar na hora de prestar o vestibular. “Não deixo de fazer muitas coisas, mas às vezes preciso escolher entre ir a uma festa ou estudar. Temos que saber dosar as duas coisas, o estudo e o lazer. Acho que é extremamente necessário ter momentos de lazer, pois se ficamos obcecados em estudar acabamos prejudicando nossa saúde mental e, consequentemente, o próprio andamento do estudo e nossas relações sociais”.
Os vestibulandos, além de toda determinação e responsabilidade com os estudos, acreditam que pensar positivo também é fundamental. Quando questionados sobre o que farão caso não sejam aprovados, a resposta é unânime: “Nem penso em não ser aprovado”. A aplicação das provas dos principais vestibulares do Estado, Fuvest, Unicamp, Unesp, Ufscar e Unifesp, ocorrerão a partir do mês de Novembro. Enquanto as provas não chegam, todos só pensam em uma coisa, estudar.
Ivan Steiner Truzzi, 19 anos, pretende prestar Direito na Universidade de São Paulo (USP), somente com conhecimento escolar achou que não conseguiria ir bem nas provas, então resolveu fazer cursinho no Anglo, instituição que prepara estudantes para ingressar nas universidades desde a década de 30. “O ambiente do cursinho é totalmente voltado para a prova do vestibular, diferentemente dos colégios comuns que, às vezes, não focam tanto nisso”, afirma Ivan.
Motivo semelhante levou o jovem de 17 anos, Júnior Machado, ao Etapa, cursinho que surgiu no começo do século XX. Júnior ainda não se formou no ensino médio, mas acredita que, agora, mais do que nunca, precisa adquirir todo conhecimento possível. “Ainda estou terminando o terceiro ano, mas acho que não estou preparado para prestar o vestibular, somente com o conteúdo que estou vendo e já vi no colégio. Não lembro muita coisa do primeiro ano, nem do começo do segundo, sem o cursinho acho que minhas chances seriam menores, por querer ingressar em uma faculdade pública”. O estudante pretende prestar Produção Áudio-visual na USP e Ciências Biológicas na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
Luísa Spinola, 20 anos, já tinha feito cursinho assim que saiu do colégio, mas desistiu. Depois de três anos ela voltou para o Objetivo, cursinho que surgiu em 1970 , desta vez determinada a passar em psicologia. “O cursinho nos oferece um nível de ensino que infelizmente não vemos nas escolas, sejam elas públicas ou particulares. Ele é fundamental para preencher a brecha que há no ensino brasileiro, e sem ele seria difícil termos a base necessária para aprovação em uma boa instituição de ensino superior.
Recapitular o conteúdo de três anos de ensino médio, onde aprendemos as disciplinas exigidas no vestibular, é uma tarefa extremamente difícil para quem tem um ano, ou somente seis meses, o caso de quem ingressa nos semi-intensivos dos cursos preparatórios. É nesta hora que os estudantes percebem a importância dos cursinhos, onde os professores são especializados em passar somente o que será necessário, de uma forma dinâmica e objetiva. “ No colégio os professores abrangem muitas vezes coisa relevantes, que serão importantes para passar de ano, não no vestibular. Os profissionais dos cursinho são mais objetivos, é isso que precisamos neste momento”, garante Júnior. Luísa pensa o mesmo. “A principal diferença dos cursinhos e da escola está na forma de ensinar. Os professores do cursinho possuem uma didática que consegue prender a atenção dos alunos e, muitas vezes, a pessoa sai do cursinho gostando de uma disciplina que na escola odiava”
Determinação e disciplina são os pontos fundamentais para os vestibulando, que precisam competir com milhares de estudantes. Para se ter uma ideia, segundo a comissão permanente para os vestibulares da Unicamp (Comvest) no ano passado, 49.462 pessoas concorram a uma das 2.954 vagas oferecidas pela universidade. De acordo com a Vunesp, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) registrou no mesmo ano, 76.452 inscritos para 6.394 vagas. Já a Fuvest, informou em relatório oficial que a Universidade Paulista (USP) obteve 128.144 inscrições para 10.812.
Pensando nesta concorrência, quem quer ingressar em uma das faculdades públicas do Brasil, precisa de muita força de vontade. “Minha rotina é muito corrida. Quando eu não estou estudando aqui, no Anglo, busco ler minhas apostilas em casa, para não ficar atrás dos demais concorrentes. Nos finais de semana, eu procuro relaxar e fazer atividades de que eu gosto, mas nem sempre é possível”, revela Ivan.
Júnior, está em um pique ainda maior, ele nos conta que, para passar na faculdade, deixa de fazer muitas coisas, as principais são dormir e ter vida social. “Vou para escola de manhã, chego e estudo as matérias do cursinho durante toda tarde e, à noite, venho para cá, isso quando não chego cedo e passo a tarde por aqui mesmo”. Ele ainda acrescenta que para ver seu nome na lista de aprovados, pretende estudar, até não ter mais forças.
Ivan também pretende se dedicar o máximo possível. “O que eu considero mais importante é a dedicação que o estudante deve ter para seguir sempre concentrado nos seus objetivos. É claro que todos gostam de sair com os amigos para se divertir, por exemplo, mas, em certos momentos, devemos abrir mão de algumas coisas para, talvez, colhermos bons frutos no futuro”.
Para Luísa, o estudo tem estar acompanhado de uma certa moderação, pois o esgotamento mental pode atrapalhar na hora de prestar o vestibular. “Não deixo de fazer muitas coisas, mas às vezes preciso escolher entre ir a uma festa ou estudar. Temos que saber dosar as duas coisas, o estudo e o lazer. Acho que é extremamente necessário ter momentos de lazer, pois se ficamos obcecados em estudar acabamos prejudicando nossa saúde mental e, consequentemente, o próprio andamento do estudo e nossas relações sociais”.
Os vestibulandos, além de toda determinação e responsabilidade com os estudos, acreditam que pensar positivo também é fundamental. Quando questionados sobre o que farão caso não sejam aprovados, a resposta é unânime: “Nem penso em não ser aprovado”. A aplicação das provas dos principais vestibulares do Estado, Fuvest, Unicamp, Unesp, Ufscar e Unifesp, ocorrerão a partir do mês de Novembro. Enquanto as provas não chegam, todos só pensam em uma coisa, estudar.
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Texto acadêmico elaborado para a disciplina de Jornal Laboratório - Maio/2010
Parabéns pelo seu blogger, gostei muito, ser você quiser me visita no meu blogger
ResponderExcluirTenho o blogger de noticia da África do sul e tv ao vivo. direito na África do sul.
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